4 de fev de 2010

O homem do povo

Lula
Será que sou muito crítica? Quando vi a notícia que o Lula teve que cancelar sua viagem para Davos e foi encaminhado ao hospital por causa de pressão alta, todos especulavam sobre a saúde do Presidente. Os jornais fizeram até matérias sobre esse problema de saúde que atinge muitos brasileiros. Mas não ouvi nenhum comentário sobre o hospital ao qual ele foi encaminhado. Um hospital particular. Ora, não é o Lula um homem do povo? Por que ele, a representação máxima do povo, não usufrui dos serviços da saúde pública? Quando um homem do povo tem um aumento na pressão arterial, entra na fila. Até concordo que ele furasse a fila. Estamos no Brasil, o país dos privilégios. Mas quando escolheu um hospital particular para um atendimento de emergência, desdenhou o próprio governo e avisou ao povo que os hospitais oferecidos à população não estão preparados para receber Esse homem do povo.

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Enem
Achei interessante esse novo sistema, se funcionasse bem. Imagino o desespero de quem não estava conseguindo.

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Flash Mob e futebol
Faz um tempo, a Ju me mandou duas idéias para escrever aqui no blog: flash mob, usado até por grande empresas para divulgação e a roubalheira do futebol brasileiro.
Fui pesquisar sobre o flash mob. É interessante e estranho. Para quem não sabe, como eu não sabia, flash mob é o nome daquilo que já passou várias vezes no jornal: objetivo, data e local são definidos e normalmente divulgados pela internet, as pessoas vão até lá, fazem o combinado (que pode ser uma coreografia, uma guerra gigante de travesseiro ou qualquer outra coisa que resolvam combinar e divulgar) e se dispersam. O que eu achei super bacana é o quanto conseguem ser organizados. Ninguém tem que ficar mandando "chega mais prá lá. Ali. Ali! Ali é o seu lugar" ou "agora é hora de ir embora, dê tchau e vá para casa, nada de arruaça na rua, hein?!". Não é necessário, funciona no cada um por si pensando no grupo.
Acredite ou não, isso reúne milhares de pessoas. Achei um pouco estranho porque não consegui encontrar nem um flash mob com algum objetivo interessante, mas... O que me deixou mais assustada foi o número de participantes, muita gente! Sabe quando que eu ia atravessas a cidade (grande claro, tipo São Paulo) para bater travesseiros em alguém que eu não conheço e provavelmente nunca mais verei? Sabe, né? Pois então! Esses encontros não incentivam a relação entre pessoas. É coisa rápida: se juntam do nada, fazem o combinado e vão embora tão rápido quanto apareceram. Não é paralisação, tumulto ou passeata, se reúnem para se divertir.
Estranho. Mas acho que pega.
Agora, o que não é nem um pouco estranho é a roubalheira no futebol. Já sabia disso antes de acompanhar os campeonatos, mas namorando com um fanático por futebol, acompanho um número cada vez maior de campeonatos, roubos e atrocidades no futebol. Há muito o que dizer sobre honestidade, respeito e ética para os comandantes do futebol brasileiro, mas sobre as atitudes deles não: apenas demonstrar o repúdio.

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TV
Sou uma pessoa feliz. No ano passado, no mês de fevereiro tive que me render ao fim da inteligência em frente a tv. Por exclusiva falta de opção, assisti o último mês do BB9. Hoje sou feliz porque a Tv à cabo está presente em minha vida e eu só sei que a Tessália foi eliminada porque li na capa da Globo.com. Quanta alegria em nem suspeitar quem é Tessália!!!
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