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20 de out. de 2012

Sociedade dos anônimos virtuais no mundo real: onde fica?

O último mês foi uma correria. Essa semana ficou ainda pior, sem tempo para nada, incluindo Facebook e blog. Mas, dei uma "passadinha" pelo Facebook e vi um assunto que me fez pensar: o anonimato.
Uma das proeminentes características do relacionamento virtual é a mediação pelas tecnologias, o que garante a muitos a liberdade de escrever o que não teriam coragem de dizer no téte-a-téte. Outro ponto é a facilidade de ser um anônimo. Será que através do anonimato poderíamos liberar nossos "filtros"? Expressar o que pensamos sem qualquer receio de como isso poderia afetar nossas vidas? Mas também pode-se usar o anonimato para desferir acusações, ofensas e causar tumultos sem qualquer fundamento ou boa intenção.

10 de nov. de 2009

As reviravoltas da novela sustentam o ibope

Ontem escrevi um texto e não deu tempo de postar e como no jornalismo tudo é imediato e muda a cada minuto, o texto ficou "atrasado". A mídia vive de novelas, com personagens cada vez mais pitorescos, que são exploradas até o seu limite. É o caso da aluna da UNIBAN, o que escrevi a respeito foi sobre a expulsão, mas já ultrapassada, pois a decisão da universidade já foi revogada. Pudera, com a exposição negativa que tiveram...

26 de mai. de 2009

certas coisas são necessárias...

Eu não gosto dela. Por motivos variados, eu não gosto dela. Só não digo que eu não a suporto, porque seria uma inverdade: afinal, eu tenho que suportar. Não tem saída. Quem sabe se eu não tivesse o “filtro” que a gente leva em conta para poder conviver em sociedade, muito provavelmente eu não conseguiria suportá-la.
O ato de dizer se instaura na relação com o outro.
Acredito que é fundamental a existência de um filtro. Imagina só a gente falando o que quer para qualquer um? E, um pouco pior, ouvindo tudo que os outros querem dizer?
Seria impossível a convivência. Ninguém se entende tão bem assim, ninguém se completa e se identifica tanto assim com outra pessoa.

19 de mar. de 2009

Quem ainda envelhece?

O Clodovil morreu! Como assim? Quando ouvi que ele tinha 71 anos, desacreditei! Tão... conservado! Pô! Fala sério, ele não parecia ter 71 anos.
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Hoje fui ao banco, aquela fila gigantesca como sempre. De repente chegou uma senhora e foi para o caixa de idosos. Idosos, acima de 60 anos. Das duas, uma: ou aquela mulher estava zuando de todo mundo e tem no máximo 50 anos ou ela é a versão feminina do Clodovil. Porém, sem todo o estilo e glamour do falecido deputado.
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Estava assistindo o Big Brother (siiim, após 8 edições, fui cair nessa besteira ese ano...) e falaram da Naiá. Socorro, detesto aquela mulher! Respeito as diferenças, mas quem se expõe está sujeito a julgamentos. No entanto, isso é assunto para outro texto. O que importa aqui é outra coisa: a Naiá não representa para mim uma mulher idosa comum. Não que ela não aparente a idade que tem, só que ela não tem nada a ver com a imagem que eu tenho de uma mulher da idade que ela tem e aparenta.
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Resultado? "Caramba, adoro o quanto o mundo está sempre mudando, as coisas sempre em movimento. Mas (sempre tem um "mas"...), não importa quem você é ou o quanto a fim você é desse movimento todo, é difícil de acompanhar, né?!"

9 de mar. de 2009

preconceito infantil

Grande coincidência!
Estava pesquisando sobre o preconceito infantil, ficando assustada com o tamanho do problema e... olho para a tv e o Jornal Hoje fez uma matéria sobre Bullyng.
Assustador, não é?
Quanto mais leio sobre o tema, mais fico preocupada.
Li um texto que relatou o preconceito que a mãe tinha da amiga de sua filha. A mãe é pedagoga e não fica muito contente com a relação de sua filha com uma menina negra. Socorro! Ela é pedagoga. Trabalha diretamente com isso!
E o preconceito não pára no racismo. Qualquer diferença é motivo. Todos temos diferenças, imagina só o resultado...
No mesmo texto que fiz referência ali em cima, li sobre uma menina (já com 10 anos) que xinga a babá que trabalha na sua casa desde que ela nasceu. Chama a moça até de burra quando fala errado. E a mãe? Diz que prefere que a filha corrija do que ter que corrigir a moça. Onde esse mundo vai parar?

12 de out. de 2008

Como é bom... estar em casa!

Eeeeeeee civilização!!!!
Não que eu esteja em uma megalópole, mas tem carro (leia-se trânsito), gente, movimento, Mac, Subway...
Cada vez que saio para a viagem "de volta para casa" penso na mesma coisa: assim que eu entrar na cidade vou abrir a janela para sentir o cheiro e ouvir aquele barulho" e assim faço! Na hora de ir embora faço o contrário, não quero ter a sensação de que estou deixando tudo que eu gosto.
Tudo mesmo. Aqui está a minha família que amo demais!!! Tem amigos maravilhosos que nem sempre reencontro, mas só de saber que estão aqui, pertinho de casa já é muito bom. Aqui tem aquele jeito de cidade pequena, mas já está bem grandinha. Tem carros, com um trânsito que maluco. Tem... o que eu gosto tanto daqui?!

2 de out. de 2008

Superando obstáculos

Estou tentando escrever direto no computador!

Semana passada eu e o Sami apresentamos um trabalho sobre a indústria cultural de Adorno. Usei como exemplo para a formação dos esteriótipos o seriado Gossip Girls, com todas as justificativas, não?!
O trabalho ficou realmente muito bom. Mas eu percebi uma coisa: o mais importante ali, na hora em que eu apresentava e discutia sobre o tema, não era exatamente a nota, a avaliação da professora. Eu queria mesmo era provar que nem todas as pessoas cabem no esteriótipo que correspondem a ela.
Eu sofro um preconceito: sou branca, hetero e de origem burguesa. Tenho uma cachorrinha poodle e não gosto de sair de casa mulambenta. Eu sofro um preconceito! De acordo com as três primeiras características eu sou dominante. A segunda e a terceira não mudariam muito. Mas, ao contrário das expectativas, eu não sou bem vista e, muito menos, bem quista entre algumas pessoas.
Até aí, tudo normal, não é?! O problema maior: eu fui colocada em um desses esteriótipos que chegam prontinhos lá dos EUA por pessoas que estudam a formação deles.
Não importa o que eu penso, falo, estudo, leio ou vejo. Eu tenho determinadas características que me limitam ao esteriótipo: patricinha!
Patricinha?!?!?!?!?!

26 de ago. de 2008

Semana de despedida = blog abandonado

Por que não é possível pensar com a cabeça e com o coração do mesmo jeito?!

Passei o final de semana inteiro pensando na mesma coisa: a Ju vai embora. Não tinha como não falar dela hoje.

CABEÇA CONTANDO SUA VERSÃO: A Jú é super inteligente e precisa alçar vôos maiores. Ela vai morar em Niterói, fazer Produção Cultural na UFF, conhecer gente, encaminhar o futuro dela. E, sem sombra de dúvidas, o lugar dela é lá.

CORAÇÃO CONTANDO SUA VERSÃO: A Jú é super inteligente, mas não dá para ficar aqui mostrando um mundo que eu nem imaginava? Egoísta? De jeito nenhum! O problema foi ela e não eu. Ela que antecipou a despedida.


17 de ago. de 2008

"Oi querida"

Não gosto da idéa de ser querida. Gosto de ser bem quista pelas pessoas. Só não me chame de querida. Soa tão falso. Pode sr o jeito de alguém gosta de alguém, mas não dá p'ra dizer "Oi. Gosto de você"?

Minha vida inteira (o que não é muito) convivi com esse negócio de querida. Soava falso. Tive a comprovação que era falso. Por um lado eu até gostei. Não precisava mais ouvir "Oi querida!" toda vez que parava na rua do escritório.

Portanto: NÃO ME CHAME DE QUERIDA. Além de não gostar, traz lembranças que eu prefiro deixar láááááá no fundo do baú da memória.