Estou tentando escrever direto no computador!
Semana passada eu e o Sami apresentamos um trabalho sobre a indústria cultural de Adorno. Usei como exemplo para a formação dos esteriótipos o seriado Gossip Girls, com todas as justificativas, não?!
O trabalho ficou realmente muito bom. Mas eu percebi uma coisa: o mais importante ali, na hora em que eu apresentava e discutia sobre o tema, não era exatamente a nota, a avaliação da professora. Eu queria mesmo era provar que nem todas as pessoas cabem no esteriótipo que correspondem a ela.
Eu sofro um preconceito: sou branca, hetero e de origem burguesa. Tenho uma cachorrinha poodle e não gosto de sair de casa mulambenta. Eu sofro um preconceito! De acordo com as três primeiras características eu sou dominante. A segunda e a terceira não mudariam muito. Mas, ao contrário das expectativas, eu não sou bem vista e, muito menos, bem quista entre algumas pessoas.
Até aí, tudo normal, não é?! O problema maior: eu fui colocada em um desses esteriótipos que chegam prontinhos lá dos EUA por pessoas que estudam a formação deles.
Não importa o que eu penso, falo, estudo, leio ou vejo. Eu tenho determinadas características que me limitam ao esteriótipo: patricinha!
Patricinha?!?!?!?!?!