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2 de abr. de 2009

o mundo do conhecimento

Acho quase impossível fiar sem caderno e caneta. Mesmo que não haja nada para ser escrito. Nada? Papel + caneta é sempre sinônimo de criatividade.
Se o meu caderno já é, por excelência, um campo vasto para a minha imaginação, pensa só se ele acessasse a internet?

Uma questão de organização

A tecnologia e a ciência me fazem pensar em cada coisa... Ontem eu não liguei o computador! No fim do dia fui obrigada a admitir que sou dependente dele...

19 de mar. de 2009

Quem ainda envelhece?

O Clodovil morreu! Como assim? Quando ouvi que ele tinha 71 anos, desacreditei! Tão... conservado! Pô! Fala sério, ele não parecia ter 71 anos.
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Hoje fui ao banco, aquela fila gigantesca como sempre. De repente chegou uma senhora e foi para o caixa de idosos. Idosos, acima de 60 anos. Das duas, uma: ou aquela mulher estava zuando de todo mundo e tem no máximo 50 anos ou ela é a versão feminina do Clodovil. Porém, sem todo o estilo e glamour do falecido deputado.
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Estava assistindo o Big Brother (siiim, após 8 edições, fui cair nessa besteira ese ano...) e falaram da Naiá. Socorro, detesto aquela mulher! Respeito as diferenças, mas quem se expõe está sujeito a julgamentos. No entanto, isso é assunto para outro texto. O que importa aqui é outra coisa: a Naiá não representa para mim uma mulher idosa comum. Não que ela não aparente a idade que tem, só que ela não tem nada a ver com a imagem que eu tenho de uma mulher da idade que ela tem e aparenta.
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Resultado? "Caramba, adoro o quanto o mundo está sempre mudando, as coisas sempre em movimento. Mas (sempre tem um "mas"...), não importa quem você é ou o quanto a fim você é desse movimento todo, é difícil de acompanhar, né?!"

9 de mar. de 2009

preconceito infantil

Grande coincidência!
Estava pesquisando sobre o preconceito infantil, ficando assustada com o tamanho do problema e... olho para a tv e o Jornal Hoje fez uma matéria sobre Bullyng.
Assustador, não é?
Quanto mais leio sobre o tema, mais fico preocupada.
Li um texto que relatou o preconceito que a mãe tinha da amiga de sua filha. A mãe é pedagoga e não fica muito contente com a relação de sua filha com uma menina negra. Socorro! Ela é pedagoga. Trabalha diretamente com isso!
E o preconceito não pára no racismo. Qualquer diferença é motivo. Todos temos diferenças, imagina só o resultado...
No mesmo texto que fiz referência ali em cima, li sobre uma menina (já com 10 anos) que xinga a babá que trabalha na sua casa desde que ela nasceu. Chama a moça até de burra quando fala errado. E a mãe? Diz que prefere que a filha corrija do que ter que corrigir a moça. Onde esse mundo vai parar?

27 de jan. de 2009

A vida continua. Continua?

Fazer coisas inevitáveis e seguir a vida em diante são coisas muito diferentes ao meu ver. Levantar, escovar os dentes, comer, tomar banho, pagar as contas, são coisas inevitáveis, é preciso fazer. Para seguir a vida é necessário fazer planos, buscar a realização dos sonhos e mais um monte de coisas.
Escrever aqui faz parte da segunda lista, por isso é tão custoso e a demora foi tão grande.
Dizer que sigo a vida porque não tem como ser diferente é só uma expressão para explicar que determinadas coisas são inevitáveis e por isso que faço.

12 de out. de 2008

Como é bom... estar em casa!

Eeeeeeee civilização!!!!
Não que eu esteja em uma megalópole, mas tem carro (leia-se trânsito), gente, movimento, Mac, Subway...
Cada vez que saio para a viagem "de volta para casa" penso na mesma coisa: assim que eu entrar na cidade vou abrir a janela para sentir o cheiro e ouvir aquele barulho" e assim faço! Na hora de ir embora faço o contrário, não quero ter a sensação de que estou deixando tudo que eu gosto.
Tudo mesmo. Aqui está a minha família que amo demais!!! Tem amigos maravilhosos que nem sempre reencontro, mas só de saber que estão aqui, pertinho de casa já é muito bom. Aqui tem aquele jeito de cidade pequena, mas já está bem grandinha. Tem carros, com um trânsito que maluco. Tem... o que eu gosto tanto daqui?!

2 de out. de 2008

Superando obstáculos

Estou tentando escrever direto no computador!

Semana passada eu e o Sami apresentamos um trabalho sobre a indústria cultural de Adorno. Usei como exemplo para a formação dos esteriótipos o seriado Gossip Girls, com todas as justificativas, não?!
O trabalho ficou realmente muito bom. Mas eu percebi uma coisa: o mais importante ali, na hora em que eu apresentava e discutia sobre o tema, não era exatamente a nota, a avaliação da professora. Eu queria mesmo era provar que nem todas as pessoas cabem no esteriótipo que correspondem a ela.
Eu sofro um preconceito: sou branca, hetero e de origem burguesa. Tenho uma cachorrinha poodle e não gosto de sair de casa mulambenta. Eu sofro um preconceito! De acordo com as três primeiras características eu sou dominante. A segunda e a terceira não mudariam muito. Mas, ao contrário das expectativas, eu não sou bem vista e, muito menos, bem quista entre algumas pessoas.
Até aí, tudo normal, não é?! O problema maior: eu fui colocada em um desses esteriótipos que chegam prontinhos lá dos EUA por pessoas que estudam a formação deles.
Não importa o que eu penso, falo, estudo, leio ou vejo. Eu tenho determinadas características que me limitam ao esteriótipo: patricinha!
Patricinha?!?!?!?!?!