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18 de mai. de 2010

É possível sobreviver a ética à audiência?

Parte do trabalho da disciplina de Deontologia do Jornalismo
Já munidos de documentos que comprovavam a veracidade dos fatos que a reportagem abordava, documentos esses utilizados pelo Ministério Público em investigação posterior, a equipe de reportagem da Rede Paranaense de Comunicação utilizou uma câmera escondida para completar a reportagem “Diários Secretos”. A função do jornalista como vigilante, sua responsabilidade e função social estavam, certamente, efetuadas e o resultado em favor da sociedade era satisfatório. Entretanto o impacto que a imagem pode causar e as sensações dos telespectadores frente às gravações feitas à partir de uma câmera escondida são contundentes, muito embora para o o jornalismo investigativo que se propunha torna-se desnecessária.

3 de mar. de 2010

Boas notícias são sempre boas

Ontem li uma notícia que me deixou muito feliz. Apesar da carreira noticiosa, vou guardar segredo. Mas não poderia deixar de escrever sobre isso. O meu blog é para que eu escreva o que eu estou pensando e, até essa notícia, só penso em uma coisa: o casamento da Eve e do Leo. Não escrevi a respeito ainda porque sei como a Eve é. Mas não nego a minha vontade de escrever tuuudo que penso a respeito, afinal é isso que estou pensando!

20 de fev. de 2010

Relatos de um acamps

Semana mais que corrida, por isso demorei um pouco para postar! Feriado de carnaval prá lá de divertido!
Esse feriado resolvemos acampar, precisávamos sair da cidade e um acamps é tudo de bom. Minha família sempre acampou e é um mais divertido que o outro. Depois de tantos acamps é difícil imaginar uma história de acamps tão original como a que eu e o Lê trouxemos nesse carnaval.
Tudo que podia dar errado, deu! E o que não podia dar errado também. Pegamos barraca, fogareiro, cadeiras e mesa emprestados com a minha mãe (lá em casa, os acamps tem estrutura!). Compramos uma lona para pôr embaixo da barraca, comida e cerveja. Tudo perfeito, né?! Nada... Antes mesmo da gente sair da cidade os problemas começaram...

11 de fev. de 2010

Ler é sinônimo de saber escrever?

Quando escrevi o post anterior, tinha mais um assunto que queria abordar e acabei deixando passar: a reforma ortográfica. Tempos atrás, estava na casa da minha mãe e assisti um DVD sobre a a reforma (a Eve ainda não tinha nem tirado da embalagem, que vergonha! Na verdade, vergonha minha que não comprei um, ela já tinha um em casa...) e confesso que não consigo lembrar das novas regras quando estou escrevendo. Fui muito boa aluna no colégio, ainda mais de português, visto pela carreira que escolhi. As regras estão bem gravadas na minha memória e não está fácil substituí-las.

4 de fev. de 2010

O homem do povo

Lula
Será que sou muito crítica? Quando vi a notícia que o Lula teve que cancelar sua viagem para Davos e foi encaminhado ao hospital por causa de pressão alta, todos especulavam sobre a saúde do Presidente. Os jornais fizeram até matérias sobre esse problema de saúde que atinge muitos brasileiros. Mas não ouvi nenhum comentário sobre o hospital ao qual ele foi encaminhado. Um hospital particular. Ora, não é o Lula um homem do povo? Por que ele, a representação máxima do povo, não usufrui dos serviços da saúde pública? Quando um homem do povo tem um aumento na pressão arterial, entra na fila. Até concordo que ele furasse a fila. Estamos no Brasil, o país dos privilégios. Mas quando escolheu um hospital particular para um atendimento de emergência, desdenhou o próprio governo e avisou ao povo que os hospitais oferecidos à população não estão preparados para receber Esse homem do povo.

8 de jan. de 2010

Férias, família, twitter e uma resolução

Tô na casa da minha mãe desde o ano passado! A piadinha mais usada e ruim de início de ano. Mas, ao todo, foram tão poucos dias e já estão chegando ao fim. Aqui, aproveitei bons dias, em boas companhias, engordei alguns quilos, peguei uma corzinha no super clube daqui de casa, dei bastante risada, vi as crianças brincarem até não se aguentarem em pé, senti uma saudade ainda maior do meu pai (e achei que era impossível crescer ainda mais), conheci o jardim da Cissa e senti toda a estranheza de vir para a casa da minha mãe sem ficar cuidando para não passar por cima de uma Rainha que caminhava calma vagarosamente (era parte do charme e glamour).

10 de nov. de 2009

As reviravoltas da novela sustentam o ibope

Ontem escrevi um texto e não deu tempo de postar e como no jornalismo tudo é imediato e muda a cada minuto, o texto ficou "atrasado". A mídia vive de novelas, com personagens cada vez mais pitorescos, que são exploradas até o seu limite. É o caso da aluna da UNIBAN, o que escrevi a respeito foi sobre a expulsão, mas já ultrapassada, pois a decisão da universidade já foi revogada. Pudera, com a exposição negativa que tiveram...