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21 de ago. de 2012

"interrompemos nossa programação..."

Hoje começou o horário eleitoral gratuito. Estou para conhecer quem goste de ouvir "interrompemos nossa programação para transmitir o horário eleitoral gratuito".
Busquei no google sobre o assunto e encontrei no site da revista Mundo Estranho uma pergunta muito interessante: "O horário eleitoral é gratuito mesmo?". Vou copiar e colar a resposta:

A origem das informações

Esse espaço é um blog sobre o que estou pensando, como dá para saber aqui. Não escrevo notícias, mas o que EU penso a respeito delas. Trago comigo os ensinamentos que tive na faculdade de jornalismo, mas não abro esse espaço para praticar a notícia, no máximo e talvez o jornalismo opinativo do tipo coluna.
Se fizesse textos noticiosos, procuraria expor todos os lados envolvidos. Porém, não é esse o sentido do meu trabalho aqui no blog. Aqui apresento a minha posição frente aos acontecimentos.

20 de ago. de 2012

É cada coisa nessa vida...

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Atualizado em 21/08/2012: para não restar dúvidas sobre as minhas colocações, explico que quando escrevi "derrapada" a intenção não era tirar sarro, apenas expressar o que penso. Deixei claro que cada caso é um caso e que não conheço os motivos para a candidata não ter quitação eleitoral. Mas frente a tantos candidatos com impugnações por condenação (como é o caso do Polita), por rejeição das contas (em outros municípios), a falta de quitação eleitoral me parece algo tão simples.
Não tenho o objetivo de ofender ninguém. Apenas expus que esse foi um motivo tão simples em comparação com os demais já citados que não passou de uma derrapada. Um deslize assim chega ser absurdo.
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A obrigatoriedade do voto no Brasil é motivo de muito debate. Existem aqueles que defendem, como existem aqueles que são contra. Mas é difícil quem não saiba que ele é obrigatório, certo?

19 de ago. de 2012

E ainda tem quem negue o óbvio ululante

Esclarecimentos prévios: esse texto não tem razões políticas, apesar de envolver política. A minha argumentação é direcionada na contraposição de algumas afirmações que o perfil do facebook "João da Silva" fez no grupo São Miguel do Iguaçu, na mesma rede social. Tratarei com a seriedade necessária, apesar de, em alguns momentos, essa história ter me causado riso.
1) Trecho de um comentário de "João da Silva": "É bom que fique claro, que essa decisão é sobre os "Bonequinhos", que foram usados pela Administração depois de terem sido usados na Campanha. Ou seja, não existe nada contra o seu Armando que desabone a sua conduta como homem público".
Esse foi um dos momentos em que precisei, realmente, encarar com seriedade e não partir para o riso. Acredito que enquanto jornalista, o João da Silva tenha lido as informações a respeito do tema antes de sair escrevendo por aí.

"O acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental"

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Atualizado em 24/08/2012: eu havia escrito "Jornal Integração do Oeste" quando, em verdade, me referia ao "Jornal Integração do Paraná". O texto foi corrigido.
Atualizado em 19/08/2012: para minha grata surpresa, vi uma publicação no grupo São Miguel do Iguaçu no Facebook de um jornal sobre a notícia. No blog do jornal "O Momento" tem a notícia: "Recurso Negado no TSE". O texto indica como fonte o jornal "O Presente".
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O meu blog é sobre o que estou pensando (como dá para saber na descrição aqui). Entre muitas coisas que pensei nos últimos dias, a minha preocupação com a responsabilidade e o compromisso do jornalista é insistente. Claro que não esqueci do ficha limpa e nem da candidatura indeferida do Polita. Estou aguardando os trâmites judiciais. Por mais que a justiça eleitoral (ainda mais nessa época) tenha mais agilidade, ainda é algo burocrático e demorado.
Ontem baixei o acórdão 43145 do TRE-PR que mantém o indeferimento da candidatura. Agora aguardo a publicação do acórdão dos embargos de declaração interpostos pela defesa do Polita. O que li na ementa é que foi rejeitado, mas vou esperar a publicação do acórdão para escrever mais sobre o assunto.
No meio de tudo isso surgiu a minha preocupação com o jornalismo. Procurando informações sobre o indeferimento da candidatura do Polita na internet consegui poucos resultados e com informações superficiais.

17 de ago. de 2012

É preciso responsabilidade ao usar o megafone



Li o texto de uma coluna em um jornal online que me deixou pensativa. O autor alterna entre três argumentos para justificar uma atitude da pessoa que era o personagem do texto:  insanidade mental, ignorância e/ou ganância. E, ainda, lhe atribuiu a pecha de traidor. O nome do personagem não foi citado, mas as pistas fornecidas pelo autor facilitavam que o público entendesse de quem se tratava.
A primeira coisa que me causou estranheza no texto foi o autor - jornalista - não se preocupar em  logo esclarecer que não há qualquer prova que o personagem de fato tenha tomado tal atitude. Isso foi citado apenas ligeiramente quase ao final do texto. Jornalistas sabem - ou deveriam saber - a responsabilidade que têm e o compromisso de informar, ao menos, com amparo na correção e provas de suas afirmações. Já no primeiro ano de faculdade começamos a ler e estudar esses assuntos.

16 de ago. de 2012

Juridiquês: conheceu ou não conheceu o recurso

À procura do acórdão 43.145 onde está a decisão do TRE-PR sobre o recurso da sentença que indeferiu a candidatura do Polita (que ainda não foi publicado), li novamente a ementa. Ontem, quando li pela primeira vez só me detive na parte "nega-lhe provimento". Isso já era o suficiente para eu entender qual era a decisão da Corte. Hoje, percebi a parte do "conheceu". Na ementa está escrito:
"À unanimidade de votos, a Corte conheceu o recurso e, no mérito, negou-lhe provimento, nos termos do voto do Relator".
Estava olhando outras ementas e em algumas tinha "a Corte não conheceu o recurso". Admito que quando tinha lido a primeira vez, havia entendido que "conhecer o recurso" seria o fato da Corte saber, ler, perceber o recurso. Quando li em outras ementas que a Corte não conheceu o recurso, surgiu a dúvida. Se havia a possibilidade de sair um acórdão com "não conheceu", não devia de ser que a Corte não leu, não percebeu ou não soube do que se tratava o recurso!